Paixonite aguda?

4 Mar
2010

Hoje é meu b-day, amigues! 27 anos…

Mas eu quero falar de outra coisa, de paixão. Tava pensando sobre isso e não concordo com a maioria dos homosapiens que a paixão seja uma coisa assim tão involuntária. Como se fosse algo com vida própria que te toma, quase como uma possessão. Não é esse o conceito da maioria? Bom, sendo assim discordo da maioria. Acho que você escolhe, você se deixa envolver, você se deixa ser tomado de supetão. Caso você não queira, você não se apaixona. Simples assim. É muito fácil tu querer se ferrar numa paixão que sabe que não tem potencial pra virar amor saudável e depois falar: me apaixonei, não tive culpa!

Desculpe os 2673 “você” que tem nesse post, foi necessário.

 

Fudelância da vida

26 Feb
2010

Às vezes a pessoa tá rindo com você e parece super feliz e bem resolvida, e você pensa que ela é que é realmente feliz, mas ninguém vive cem por cento bem. E talvez você não esbanje tanta alegria assim e vive com os pés no chão próprios de quem sabe que tá no mundo real e que a vida é sinistra, e acha essa alegria todo muito idiota e até ignorante. Por que no fundo essa pessoa que ri all the time e vive saltitando de alegria e bom humor, não demonstra, mas tá tão fudida quanto você ou pior. Talvez o que a sociedade tem como conceito de felicidade seja sinônimo de ignorância e oposto de sabedoria e equilíbrio.

 

Tô esperta, mãe!

18 Feb
2010

Tô ficando espertinha, galere. Antes eu acreditava em todo mundo, até ficava tentando analisar as pessoas, mas a minha leitura era sempre pela perspectiva de que todo mundo é bom. Mas agora acho que consegui chegar a um ponto bom e me sinto capaz de me proteger, tendo uma visão menos romântica das pessoas. Essa semana uma pessoa chegou em mim com um papo muito estranho, inesperado e eu fiquei meio pasma, sem entender o porquê daquilo. Pensei, pensei, analisei e BOOM: saquei tudo. Percebi que por trás daquela conversa despretenciosa tinham muitas intenções rolando. As pessoas arquitetam as coisas e se tu não tentar ser sagaz e se adiantar, já era, entra de gaiato no navio.

Mudando de assunto, tô perdendo tesão nesse #bbb. Acho que tomou um rumo muito desagradável. As bee’s que tanto gostei no início me decepcionaram total. Dicésar é aquela beecha venenosa, duas caras: o tipo de pessoa que tenho PA-VOR. Sérginho é total sem personalidade (um paradoxo, já que é uma pessoa fora do comum) e muito infantil. É até aceitável, levando em consideração a idade. Lena acabou de sair e só ficou boçal lá dentro, tirando o Dourado. Paumolescência total, broxei.

Aliás, post pós-bbb da Lena, super recomendo.

 

Opa!

18 Feb
2010

Opa, tudo bom? É agora que começa o ano néam?
Ok então. Beijos!

 

#douradofacts

7 Feb
2010

Tenho meu marido número um, Rodolfo (que é um projeto de Gregory House na vida real). Quando comecei a assistir House, descobri que ele era meu segundo marido e um tipo de mentor espiritual ou algo assim. Ontem, durante a festa, quando vi Douradinho cantando alto, sozinho, Foo Fighters: “Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?”, era o que faltava pra descobrir que ele é meu terceiro marido.

Já tatuei no pé: Marcelo Dourado, amor verdadeiro, amor eterno.

 

Escolhas

30 Jan
2010

Acho que uma das coisas mais difíceis de encarar na vida são as consequências das nossas escolhas. O ato de escolher algo te obriga, necessariamente, a negar outra coisa e vai chegar uma hora que você vai se perguntar se realmente vale a pena abrir mão da tal coisa pela sua escolha. Essa é uma questão extremamente difícil porque você nunca vai saber com 100% de certeza se valeu a pena descartar a outra possibilidade. Simplesmente porque você não viveu. Exemplo: você sonhava desde pequeno em casar e ter filhos, aí você escolhe isso, casa e tem filhos e a certa altura da vida se pergunta se valeu a pena e pensa se seria melhor se não tivesse feito essa escolha. Você nunca vai saber, dear friend. Ou, caso você seja um kamikaze, vai jogar tudo pro alto pra tentar descobrir, e há muito risco nessa atitude. O sinistro é que cada escolha demanda um preço a ser pago e não tem como mudar isso.

Tô pagando o preço por uma escolha e não me arrependo nem um minutinho, mas penso que vai ser foda se for assim pra sempre. Tenho muito medo e isso me assusta.

 

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