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Tenho meu marido número um, Rodolfo (que é um projeto de Gregory House na vida real). Quando comecei a assistir House, descobri que ele era meu segundo marido e um tipo de mentor espiritual ou algo assim. Ontem, durante a festa, quando vi Douradinho cantando alto, sozinho, Foo Fighters: “Is someone getting the best, the best, the best, the best of you?”, era o que faltava pra descobrir que ele é meu terceiro marido.
Já tatuei no pé: Marcelo Dourado, amor verdadeiro, amor eterno.
Acho que uma das coisas mais difíceis de encarar na vida são as consequências das nossas escolhas. O ato de escolher algo te obriga, necessariamente, a negar outra coisa e vai chegar uma hora que você vai se perguntar se realmente vale a pena abrir mão da tal coisa pela sua escolha. Essa é uma questão extremamente difícil porque você nunca vai saber com 100% de certeza se valeu a pena descartar a outra possibilidade. Simplesmente porque você não viveu. Exemplo: você sonhava desde pequeno em casar e ter filhos, aí você escolhe isso, casa e tem filhos e a certa altura da vida se pergunta se valeu a pena e pensa se seria melhor se não tivesse feito essa escolha. Você nunca vai saber, dear friend. Ou, caso você seja um kamikaze, vai jogar tudo pro alto pra tentar descobrir, e há muito risco nessa atitude. O sinistro é que cada escolha demanda um preço a ser pago e não tem como mudar isso.
Tô pagando o preço por uma escolha e não me arrependo nem um minutinho, mas penso que vai ser foda se for assim pra sempre. Tenho muito medo e isso me assusta.
Descobri uma coisa muito chata quando voltei de férias: eu não sei mais me vestir. Simplesmente não consigo mais fazer boas escolhas pela manhã. Fico querendo pegar a havaiana, a rasteirinha e o biquíni. Uma coisa super estranha levando em consideração a minha vontade de voltar a trabalhar. O resultado é uma revolta com o meu visual durante o dia inteiro. Tenho a impressão que todas as roupas fogem no exato momento que abro a porta do armário. Acho que preciso de ajuda. #ficadica
Minhas férias estão acabando, na verdade amanhã é meu último dia e o saldo dessa esbórnia toda é meu sono completamente trocado. Essa noite dormi 5 da matina, galere. Sem sono nenhum e nem o Rodolfo dormindo fofamente me inspirou. É uma pena as despesas que tu tem com faculdade, IPVA e afins no início do ano, se não fosse isso eu teria ido à Paris (not!). Mas fico satisfeita com o passeio pra Arraial e com os dias de sol quente batendo na caixola na praia (e eu me escondendo embaixo da barraca).
Gravidez neuroticamnete psicológica, quem curte? #fail
Preciso de um terapeuta, alô Freud! Bjs.
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